quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Ô Minha Amada....


Ô bien-aimée, quels yeux tes yeux
Embarcadères la nuit, bruissant de mille adieux
Des digues silencieuses
Qui guettent les lumières Loin… si loin dans le noir
Ô bien-aimée, quels yeux… tes yeux
Tous ces mystères dans tes yeux
Tous ces navires, tous ces voiliers
Tous ces naufrages dans tes yeux
Ô ma bien-aimée aux yeux païens
Un jour, si Dieu voulait
Un jour… dans tes yeux
Je verrais de la poésie, le regard implorant
Ô ma bien-aimée, quels yeux… tes yeux
Paulo Soledad e Vinícius de Moraes

3 comentários:

  1. Ó minha amada
    Que olhos os teus
    São cais noturnos
    Cheios de adeus
    São docas mansas
    Trilhando luzes
    Que brilham longe
    Longe dos breus...
    Ó minha amada
    Que olhos os teus
    Quanto mistério
    Nos olhos teus
    Quantos saveiros
    Quantos navios
    Quantos naufrágios
    Nos olhos teus...
    Ó minha amada
    De olhos ateus
    Quem dera um dia
    Quisesse Deus
    Eu visse um dia
    O olhar mendigo
    Da poesia
    Nos olhos teus...

    Paulo Soledad e Vinícius de Moraes

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  2. Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?...kkkkkkkk

    Fernando Pessoa

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  3. Se amas como diz Pessoa, então sorte da pessoa que recebe desse amor kkkkkkkkk
    Adorei! essa de Soledad e Moraes é demais!

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